31.07.2008

[Portugal] Tollé chez les bonnes consciences

villagetziganesfw3.jpgLISBONNE (NOVOpress) – Au Portugal, Ana Gabriela Freitas, juge du tribunal de Felgueiras (nord du pays ) est en train de soulever un tollé ches les« bonnes consciences ». Son crime ? Avoir, dans un jugement rendu contre cinq Tziganes ayant agressé des gendarmes, qualifié les prévenus de « personnes mal vues socialement, marginales, perfides, totalement dépendantes de l’Etat qu’elles paient en désobéissant et en attentant à l’intégrité physique et morale de ses agents ».

Dans les attendus du jugement rendu mardi, la magistrate écrit que les conditions de logement des cinq hommes poursuivis, « sont mauvaises, non en raison de l’espace physique en soi, mais en raison du style de vie de leur ethnie (peu d’hygiène) ». Les cinq Tziganes, qui ont été condamnés à des peines de prison ferme, avaient été interpellés le 7 janvier 2006 au cours d’une intervention de la gendarmerie.

Mercredi soir, la Fédération des associations tziganes du Portugal a prévenu qu’elle allait « tout faire » pour que la magistrate soit « sanctionnée ». « Nous en avons marre des discriminations », a déclaré le porte-parole de la Fédération, Bruno Gonçalves, affirmant – rengaine classique - que « quand un Tzigane arrive devant un juge, il est déjà condamné ». Interrogée par la presse, la Haut-Commissaire pour l’Immigration et le Dialogue interculturel, Rosario Farmhouse, a dénoncé des commentaires à « teneur fortement xénophobe », précisant qu’une plainte devant le Conseil supérieur de la magistrature était à l’étude. » Est-ce pour ce genre de situations que le chanteur Guy Béart fredonnait « le premier qui dit la vérité, il doit être exécuté » ?

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20.07.2008

[Portugal] Loures: o exemplo da integração impossível

ci_bar68nmdjxssgwwk84gkwg8gw_brydu4hw7fso0k00sowcc8ko4_th.jpgOs graves incidentes ocorridos nos últimos dias na zona da Quinta da Fonte (Loures), entre bandos de etnia cigana e africana, vêm ao encontro daquilo que a Causa Identitária há muito denuncia: a multietnicidade em proporções consideráveis num mesmo espaço local conduz, para além da destruição da homogeneidade etnocultural autóctone, a uma sociedade multirracista.

Assim, mais do que exigir «melhor policiamento» ou «combate ao tráfico de armas», consideramos ser urgente fazer uma reflexão profunda sobre este fenómeno perturbante para a sociedade portuguesa. Pela nossa parte, essa reflexão está, também ela, há muito efectuada: Estamos perante a violação do “princípio de Aristótoles” – Em qualquer cidade, a harmonia e democracia só são possíveis se existirem parentesco étnico e cultural, noção a que o filósofo chama «phillia», ou seja, a «amizade natural». Questionamo-nos, pois, como será possível haver tal «amizade natural» entre comunidades – e sublinhe-se comunidades, não se trata apenas de alguns indivíduos! – diametralmente opostas que, recusando claramente abdicar das suas especificidades, se tentam impor no seio da localidade em que se situam. Estamos pois perante uma situação de ditadura imposta pelas minorias às maiorias. E não nos venham falar da alegada pobreza dos criminosos: quem tem dinheiro para comprar as armas e os automóveis que a televisão exibiu não vive, certamente, na pobreza. Vive, isso sim, de negócios pouco claros com rendimentos não declarados ao fisco e ainda recebe alojamento quase gratuito e subsídios de vários tipos, pagos com o dinheiro dos impostos dos portugueses.

Pela nossa parte, apenas pretendemos que nos deixem em paz. Os Portugueses não podem sentir-se reféns, na sua própria casa, de gentes que não possuem o mínimo de respeito e consideração por quem os acolheu de braços abertos. Aliás, numa época em que tanto se invoca a emigração portuguesa para justificar as actuais (e suicidas) políticas de imigração, é curioso verificar que nunca se constatou tais desacatos por parte das nossas comunidades.

Finalmente, pretendemos que todos os Portugueses saibam que, face aos mercenários que hipotecam a nossa liberdade, não estão sós. Continuaremos empenhados em fazer resistência a todos os actos que não se coadunam com as marcas e referências do nosso povo.

Identidade, Liberdade, Acção!

12.04.2008

[Portugal] De novo o caso Marc Gonçalves

470326304.jpgNos últimos dias voltamos a ser bombardeados com um frenesim noticioso acerca da refém mais conhecida dos narco-terroristas das FARC, a franco-colombiana, Ingrid Bettencourt. Se isto me parece natural em relação à França e à Colômbia, o mesmo já não se pode dizer dos meios de comunicação portugueses, isto porque como foi noticiado aqui, existe um luso-descendente nas mesmas condições de supressão de liberdade às mãos das FARC, que no entanto não merece o mesmo interesse por parte dos meios de informação portugueses. Aliás, desde o próprio Governo, mais concretamente através dos Serviços de Administração e Protecção Consulares, do Ministério dos Negócios Estrangeiros, fui informado que devido ao facto de Marc Gonçalves ter nacionalidade norte-americana, o Estado Português não tomou qualquer iniciativa para a possível libertação do mesmo.

Imagine-se que o governo francês argumentava com a dupla nacionalidade da Sra. Bettencourt para se omitir deste caso. Qual seria a reacção da opinião pública (e publicada) francesa?

Como já o disse em Janeiro e volto agora a repetir:

Vamos tornar 2008 o ano da libertação de Marc Gonçalves!

Rolando Mateus

[Portugal] Defende a tua terra !

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